Com fome, sonhos não têm vez
Em 1985, eu era um comunicador e acreditava que podíamos fazer um movimento, uma mobilização. Saíamos de anos obscuros da ditadura, que me marcaram fundo. Precisávamos de uma resposta, viver ao vivo, nos unir. Será que este país vale a pena? Era a pergunta da época que fazemos até hoje. Aí a gente…
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